O que o futuro do trabalho reserva para nós?

Nos últimos tempos, temos acompanhado diversas notícias que saem na mídia a respeito de questões em torno do futuro do trabalho. São aspectos diversos que vão desde a cultura do erro até a criação de espaços de coworking. Porém, há algo comum em todas elas: cada vez mais as empresas estão buscando investir na autonomia de seus empregados.

Ou seja, elas estão depositando neles a possibilidade de escolhas capazes de interferir diretamente em seus desenvolvimentos. Seja isto, oferecendo a oportunidade de trabalharem em projetos que não são de suas áreas, mas que tratam de temas dos quais se interessam, ou, até mesmo, se colocando à disposição para auxiliar no investimento de cursos que fogem das suas áreas de atuação. Como, por exemplo, filosofia, antropologia, fotografia, entre outros.

O que percebemos, assim, é um movimento de mudança do posicionamento das empresas, em que a tão conhecida prática de “comando e controle” passa a abrir espaço para um processo de aproximação. Poderíamos até dizer que as organizações começam a entender que estar próximo do empregado é uma forma de aprender, evoluir e prosperar. Permitir que ele opte por trabalhar em casa ou na empresa, significa dar a oportunidade dele selecionar em que ambiente produz melhor. Assim como, permitir um dress code mais moderno ou, até mesmo, bani-lo, como fez a IBM, é uma maneira de possibilitar às pessoas que atuem de acordo com o que julgam ser correto ou não.

Isso significa, de uma forma ou outra, dar voz a quem faz o negócio acontecer. Personagens que, assim como a empresa em si, são responsáveis por traçar os próximos capítulos do que será o papel do seu trabalho e como as suas atividades vão evoluir a fim de contribuir com os temas prioritários para o negócio.

Abrir os olhos para essas novas questões é dizer: eu me importo, e isso causa ao empregado a sensação de fazer parte, de pertencer. O que impacta diretamente no engajamento, pois uma pessoa que se sente representada em um todo maior é capaz de se dedicar mais, a fim de colaborar para que o negócio dê certo. No final, isso está mais do que relacionado com a realidade que vivemos hoje em que os indivíduos se conectam com a aquilo que traz mais sentido as suas vidas. Se pensarmos, então, nas novas gerações, como a Z, isso se torna ainda mais latente.

Dessa maneira, podemos dizer que pequenos passos estão sendo dados pelas empresas em busca de compreender melhor suas relações com os empregados, com o objetivo de torná-las cada vez mais frutíferas para ambas as partes. Agora, o que mais será que pode surgir em torno desse relacionamento? O que o futuro reserva para nós quando pensamos na nossa relação com o emprego? Convido você a ler a seleção de conteúdos que separamos e, então, refletir. Se surgir algum insight legal, compartilha com a gente!

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